Anéis

2003

FICHA TÉCNICA

Coreografia
Dany Bittencourt

Música
“Maria Bonita” de Adriana Calcanhotto

Projeto de Luz
André Bottó

Figurinos
Eduardo Ferreira

Bijuterias
Marco Apollonio


Sinopse

“Quando falamos de “Anéis” ele pode nos induzir a imagens, a movimentos, ao próprio objeto, a união, ao elo, a brincadeiras de infância, enfim tudo isso somando a bela criação musical de Adriana Calcanhotto que nos dá um resultado contemporâneo sobre a obra.” (Dany Bittencourt).

Parte de simbologias associadas aos anéis em coreografia e trilha sonora assinadas por Dany Bittencourt e Adriana Calcanhoto respectivamente. Segundo a crítica de dança Célia Musilli, da Folha de Londrina, o espetáculo tem suingue brasileiro e moderno, ritmo de bossa nova, e é trabalhado de forma que faz a dança transgredir para o lúdico… ”Anéis” é a brincadeira da infância e também a aliança do casamento, é a relação dos sexos que arrebata num contexto de leveza de corpos que se ”anelam” em 20 minutos fortes de dança/delicadeza.

Ano de estreia
2003

Dany Bittencourt

De nome artístico Dany Bittencourt iniciou seus estudos no Estúdio de Ballet Cisne Negro aos 3 anos de idade e formou-se pela Royal Academy of Dancing de London, no nível advanced. Fez aulas de aperfeiçoamento em balé clássico em Londres com Merly Park e Shirley Graham, entre outros. Aprimorou-se em técnica clássica e contemporânea, permanecendo 6 meses no Les Ballets Jazz de Montreal e 6 meses no Le Grand Ballet Canadien Foi, por 20 anos, bailarina da cisne negro cia. de dança, tendo se apresentado por todo o Brasil e por países como África, Escócia, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, Argentina, Canadá, Uruguai, Alemanha, Paraguai, Chile, interpretando obras e atuando como assistente de importantes coreógrafos e professores nacionais e internacionais, como Mark Baldwin (Inglaterra), Gigi Caciuleanu, Patrick Delcroix (França), Itizik Galili (Holanda), Victor Navarro (Espanha), Marc de Graef (Portugal), entre outros. É Diretora de Ensaios da cisne negro cia. de dança, onde também atua como coreógrafa, tendo em seu currículo obras criadas especialmente para a Companhia: : Baobá (2010, com direção geral de José Possi Neto), Abacadá (2009 – Direção Coreográfica), Forrolins (2009), Atmosferas (2006); A Viagem de Quixote (2005), Anéis (2003), Em Caso de…(2001) e Vem Dançar (2000), além de obras como “coreógrafa convidada”: Forrolins (Chile), Imagens Sonoras (Balé da Cidade de Taubaté), Don Giovanni (São Paulo).